Hotel Pousada Quinta dos Marques

(54) 3878-3307 / WhatsApp: (51) 99638-0974

Pontos Turísticos

Canela:

Canela nasceu como um pequeno povoado, onde as famílias de fazendeiros de Cima da Serra, imigrantes alemães e italianos conviviam harmoniosamente. Pela própria característica da época, a atividade extrativa comandou o nascimento e o crescimento da cidade. O início da atividade turística se deu por consequência do desenvolvimento da atividade extrativa, quando um empreendedor atentou para a possibilidade de lotear a grande gleba de Canela para atrair os moradores de Porto Alegre, tendo em Canela uma estação turística de inverno.

As belas paisagens da encosta da serra, a característica da colonização, o clima convidativo do frio no inverno e das temperaturas amenas no verão impulsionou a atividade turística criando na cidade uma ampla e diversificada rede de hotéis na Serra Gaúcha. Canela faz parte da conhecida região das hortênsias, planta típica do clima frio que cobre as paisagens das cidades da região quando floresce em dezembro, embelezando o Natal das cidades.

No acesso a região, pela Rota Romântica as características da imigração europeia pode ser visualizada e sentida na sua plenitude.

Em complemento a grande e diversificada rede hoteleira, a cidade oferece uma peculiar e convidativa rede gastronômica com pequenos restaurantes e bistrôs que atendem as mais variadas expectativas dos visitantes.

A caraterística cultural sempre esteve presente nas raízes de Canela e hoje faz parte do elenco de eventos que são disponibilizados aos turistas que visitam a Região.


Parques



Pontos de visitação





Gramado


As levas de imigrantes europeus que colonizaram a região da encosta da Serra e o início do planalto, deram a característica que hoje marca a cidade de Gramado, na Região das Hortênsias. A arquitetura germânica e italiana hoje simboliza a cidade. Da mesma forma que influiu na arquitetura da cidade, as características da colonização marcam a gastronomia da Região.

As belezas naturais, o ar puro, as temperaturas amenas com ocorrência de neve e geadas no inverno, bem como, a frequente presença da neblina exercem a influência mágica da Serra Gaúcha, criando paisagens inesquecíveis nos pontos turísticos das cidades.


Museus



Pontos de Visitação



Chocolates, Vinhos, Cervejas e Passeio Colonial




Nova Petrópolis


A história de Nova Petrópolis remonta de meados do século 19 como o final da revolução Farroupilha e a retomada da marcha da imigração.

A dificuldade de acesso terrestre e fluvial provocou o atraso e a demora no desenvolvimento da região.

Os imigrantes Pomeranos, Saxões, Renanos e Boêmios do Império Austro-Húngaro, bem como, alguns franceses das regiões limítrofes franco-germânicos, holandeses, belgas, poloneses, russos até irlandeses e escoceses que haviam fugido dos Estados Unidos devido à Guerra da Sucessão, apesar de sua heterogeneidade, conseguiram iniciar um processo cultural específico da região, com a interação dos elementos culturais importados e os encontrados na região, vindos dos “tropeiros” que desciam dos Campos de Cima da Serra com suas manadas, rumo aos mercados urbanos.

O cooperativismo sempre foi marcante na cidade e região.

A emancipação veio em meados do século 20 e com o estabelecimento das grandes metas para o desenvolvimento do Município, as bases agrícolas receberam grandes investimentos de infra-estrutura, destacando-se a implantação de um novo cooperativismo onde os minifundiários que se modernizaram deixaram de ser improdutivos, num exemplo raro no Brasil. O desenvolvimento industrial intensificou-se com o deslocamento de indústrias para a zona rural, aproveitando os excedentes na mão-de-obra.

Na década de 70 com o resgate das origens históricas do Município, houve um grande incremento na vida cultural, especialmente no folclore. O movimento turístico intensificou-se gradativamente assumindo o aspecto de turismo cultural. Expandiram-se com isso as malharias, artesanato, hotéis, restaurantes e cafés coloniais. Hoje o Município se encontra em posição invejável, tanto no plano sócio-cultural como econômico.


Pontos de visitação



Parques Rurais




São Francisco de Paula



São Chico, como é chamada carinhosamente pelos moradores, rica em lagos e cascatas, teve seu surgimento no início do século 18, como parada no caminho das tropas de gado do Rio Grande para o centro do país.

Sua sede administrativa inaugurada em 07 de janeiro de 1903 e hoje, carinhosamente chamado de São Chico, é um dos maiores municípios do Rio Grande Sul, com quase 3.300 Km² de área, numa altitude entre 900 e 1.000 metros, com um clima frio no inverno, quando a neve reserva momentos de rara emoção e beleza, e as quatro estações bem definidas.

  O ondulado dos campos, bordado de matas de araucária é recortado por vertentes que banham boa parte do Estado. A identidade de São Francisco de Paula pode ser reconhecida em cada serrano, pois os costumes tradicionalistas estão presentes no dia - a - dia da comunidade, nos eventos, na culinária e nas lidas campeiras.

São Francisco de Paula, integrante dos Campos de Cima da Serra, Região das Hortênsias e Rota Romântica, tem hoje uma estrutura de hospedagem, gastronomia, lazer, compras e serviços que não é nem pretende ser grande, quer apenas ser autêntica e boa o bastante para surpreender os visitantes. É no encanto dos pequenos negócios, tocados pela gente da casa, que reside o sucesso de São Chico.


Pontos de visitação zona urbana



Pontos de visitação zona rural




Cambará do Sul

Nos anos de 1700, os netos e bisnetos daqueles primeiros portugueses e bandeirantes tropeavam nestas bandas. Levavam gado vacum, cavalar e muar das baquerias para São Paulo e Minas gerais, principalmente.

Esses gados, introduzidos no atual Rio Grande do Sul pelos padres espanhóis, encontraram nos Campos de Cima da Serra, lugares apropriados para o seu desenvolvimento, vieram os tropeiros e alguns fixaram-se à beira dos caminhos, dando origem às primeiras estâncias (fazendas).

No final do século 18, iniciou-se a abertura de caminhos que conduziram da zona litorânea ao Planalto. No princípio, todos os caminhos dirigiam-se a Lages-SC, Curitiba e Castro-PR, e depois Sorocaba-SP, que foi durante muitos anos o grande mercado de distribuição dos animais levados daqui (RS).

Um desses caminhos da serra vinha de Santo Antônio da Patrulha, passava próximo a São Francisco de Paula, seguia aproximadamente a estrada que hoje liga São Francisco de Paula e Bom Jesus e daí rumo à Barra do rio dos Touros/Cerquinha de Pelotas (Passo da Vitória) e Lages.

Outro subia o rio Araranguá e afluentes, possivelmente a atual Serra da Rocinha (Estrada dos Conventos), por volta de 1811 instalou-se o município de Santo Antônio da Patrulha e fazíamos parte do seu território.

Foi com a doação de 20 ha de terra, feita por Dona Úrsula Maria da Conceição, em 17 de abril de 1864, em promessa ao padroeiro São José, que iniciou-se o povoamento do município. Ao lado da igrejinha de barro, construída no local denominado Campo Bom, pouco a pouco foram surgindo as primeiras moradias, também de barro e pau-a-pique.

Suas características geográficas e climáticas a transformaram num excepcional destino de ecoturismo, com as paisagens dos Campos de Cima da Serra e a borda do planalto com os exuberantes canyons que se formaram pelas drenagens que rumam ao oceano Atlântico.

Hoje Cambará do Sul já conta com uma pequena e interessante rede hoteleira e excelentes opões de passeios.





Bento Gonçalves



Bento Gonçalves foi habitada inicialmente por indígenas e até 1870 chamava-se Cruzinha, por ser o local onde morreu e foi enterrado um traçador de estradas ou tropeiro. Por ato do Presidente da Província de São Pedro, com objetivo de ampliar a área de colonização, foram criadas as Colônias Dona Isabel e Conde D'Eu-hoje Bento Gonçalves e Garibaldi respectivamente.

Localizada na região dos vinhedos, tem como atração principal o Parque da Fenavinho, onde acontecem feiras, exposições e eventos esportivos culturais e esportivos. Seus atrativos naturais são vários.

O binômio móvel-vinho, é responsável pela base econômica do município, destacando-se ainda com forte presença, outras atividades como: setor metalúrgico, alimentício, têxtil, artefatos de couro e borrachas, artes gráficas e o setor plástico que apresenta as melhores perspectivas de crescimento dentro do atual contexto econômico. Quanto ao comércio, Bento Gonçalves apresenta qualidade e variedade de produtos, propiciando assim, boas compras.

O município tem cerca de cem mil habitantes, oferece toda a infra-estrutura necessária para que os visitantes possam desfrutar da gastronomia, do lazer, dos costumes e das tradições deste hospitaleiro povo Bento Gonçalvense. Hoje Bento Gonçalves pelo referencial turístico que possui, desenvolve a atividade que ganha expressão econômica a cada ano, especialmente no turismo rural e de negócios.


HISTÓRIA DE BENTO GONÇALVES


No final do século 19, se inicia a imigração italiana na Encosta Superior do Nordeste, originando as Colônias de Dona Isabel, Conde D' Eu e Nova Palmira (hoje Caxias do Sul).

A Colônia Dona Isabel, hoje Bento Gonçalves, criada em 1870, já era conhecida por Região da Cruzinha, devido a uma cruz rústica, cravada sobre a sepultura de um possível tropeiro ou traçador de lotes coloniais. Era época do escambo, da troca de mercadoria por mercadoria. A Colônia Dona Isabel sediava um pequeno comércio no qual os tropeiros faziam paradas para descanso.

No idos de 1875, estes núcleos já contavam com uma população de 790 pessoas, sendo 729 italianos. Ainda haviam, outros pioneiros oriundos do Tirol Austríaco e Vêneto que chegaram à esplanada, onde hoje está situada a Igreja Matriz Cristo Rei.

A troca compra e venda de produtos era feita na sede da colônia, após longas caminhadas por estreitas picadas, demarcadas pelos próprios imigrantes. Entre os imigrantes havia ferreiros, sapateiros, marceneiros, alfaiates, carpinteiros, entre outros profissionais que estabeleceram seus negócios dentro de suas especialidades, atendendo as necessidades locais.

As primeiras colônias na Encosta Superior foram as de Conde D’ Eu e Donas Isabel (atualmente Garibaldi e Bento Gonçalves, respectivamente), criadas pela presidência da província em 1870, antes que se iniciasse o processo de imigração italiana no estado. Para ocupá-las, o governo provincial firmou contrato com duas empresas privadas, que deveriam introduzir 40 mil colonos em um prazo de dez anos.

Da mesma forma que os alemães, os italianos tinham que desbravar a terra que adquiriam. Mas, agora, os lotes eram bem menores, tendo uma média que ficava entre 15 e 35 hectares. Ali plantavam produtos de subsistência, como o milho e o trigo. Mas o cultivo que marcou sua presença no Rio Grande do Sul foi a videira.

Antes de sua chegada, a produção vinícola do Rio Grande era considerada de qualidade inferior. Mas os primeiros colonos trouxeram novas variedades de uvas e isto ajudou a aperfeiçoar a qualidade do vinho gaúcho. A partir do início deste século começavam a ser formadas cooperativas vinícolas e a produção foi crescendo e melhorando, transformando o estado no principal produtor de vinhos finos do país.

Hoje com uma área de 381 km e quase cem mil habitantes a cidade é um centro turístico reconhecido mundialmente, contando com uma rede hoteleira diversificada, uma gastronomia típica além de importante centro industrial.

Situada na Serra Gaúcha, nordeste rio grandense, lugar escolhido pelos italianos devido ao clima mais propício para a cultura da videira e mais semelhante ao da Europa, os italianos se estabeleceram e, até hoje sua cultura predomina na região.





Outros passeios: